Sistema SiSU – consulte sua nota do ENEM

2,6 milhões de candidatos vão disputar 47,9 mil vagas em 51 instituições; seleção começa na sexta e pode suportar até 200 mil acessos simultâneos

 

O Ministério da Educação (MEC) colocou no ar nesta quarta-feira (27) o Sistema de Seleção Unificada (SiSU) que vai permitir aos alunos que prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a escolher pela internet o curso e a instituição da qual fazer parte em 2010.

Segundo o órgão, 2,6 milhões de alunos vão disputar 47,9 mil vagas em 51 instituições. O SiSU, diz o MEC, está pronto para suportar até 200 mil acessos simultâneos. O aluno terá que entrar no sistema do MEC com o login e a senha fornecidos pelo órgão na hora da inscrição do Enem.
A seleção será dividida em três etapas. Na primeira, que vai do dia 29 de janeiro a 3 de fevereiro, o aluno pode escolher o curso que quer fazer. A cada dia, a partir do dia 30, o estudante vai saber qual a nota de corte do curso que escolheu.

O sistema de escolha funciona assim: na sexta-feira (29), o aluno um curso em determinada universidade. Na madrugada de sexta para sábado, o sistema faz um processamento e, de acordo com as notas de quem se inscreveu, gera uma nota de corte às 6h de sábado. A partir daí, o aluno sabe se tem pontuação suficiente para fazer a matrícula no curso pretendido.

 

Caso fique abaixo da nota de corte, ele pode se inscrever em outro curso e aguardar até o fechamento do sistema, à meia-noite, para saber no dia seguinte a nota de corte do novo curso escolhido. O aluno pode repetir as escolhas até o fechamento do prazo de inscrição, no dia 3 de fevereiro – o que, na prática, permite que ele tenha seis tentativas de se matricular em algum curso no prazo estipulado pelo MEC.

As notas de corte são ponderadas de acordo com o que a instituição estabelece  – um curso de medicina, por exemplo, pode dar mais importância à nota de matemática do que à nota de português. A concorrência pelo curso também influencia a nota de corte, já que o sistema refaz o processamento e gera uma nova nota de acordo com as inscrições acumuladas desde a sexta-feira. Esse é um dos motivos pelos quais a nota de corte é mutável.

O processo termina no dia 3 de fevereiro. Somente a partir daí, o sistema gera a lista de alunos selecionados por curso, e as instituições se encarregam de fazer a matrícula.
No dia 15 de fevereiro, o MEC reabre nova seleção, da mesma forma, com as vagas remanescentes. Essa nova etapa vai até o dia 20, quando será gerada uma nova lista de selecionados. Uma terceira etapa semelhante está prevista entre os dias 1º e 3 de março, com resultado no dia 5.

Clique aqui e acesse o site do Sistema de Seleção Unificada (SiSU)

Fonte: G1

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Comentários

È bem verdade que o atual Governo Federal tem se esforçado para levar o país a uma condição de emergente, o que tem lhe rendido alguns bons adjetivos. Porém no que diz respeito à educação, uma de suas bandeiras, tem se mostrado totalmente fora de sintonia com a própria realidade que prega: o crescimento.

Aqueles milhões de cidadãos-alunos que têm participado da propagada Revolução Educacional (dito pelo mesmo Governo), que seria o ENEM, têm motivos de sobra para questionarem TUDO que tem ocorrido no sentido de oferecer mais e melhores condições de estudo para TODOS que sonham com uma vaga no ensino superior.

Sem perdemos muito tempo com as vergonhosas quebras de sigilo, dificuldades de acesso à internet, mau dimensionamento da demanda, descontentamentos, inclusive, daqueles que não têm disponibilidade de computador e que necessitam pagar pelo acesso, dúvidas diversas quanto à veracidade das informações, visto que, à luz do direito não temos nem como comprovar tais informações, etc; vamos direto ao mais relevante, já que sabemos da defasagem das próprias leis em relação á matéria: formalidades na internet.

Mostrando total incoerência no dimensionamento da demanda das vagas para os números que o próprio governo divulga, pergunto:

1- Onde estão as cotas ?
2- As cotas são suficientes ?
3- Onde estão as instituições ?
4- Elas estão em sintonia com o governo federal ?
5- Quantos candidatos cada Unidade da Federação apresenta ?
6- Quantas vagas essa mesma unidade oferece para participar da unificação?
7- Quantos candidatos existem acima das notas de corte em cada carreira ?
8- Há coerência nas comparações históricas da relação candidato/vaga dos grandes centros (que seja) ?
9- Onde está a TRANPARÊNCIA do site disponibilizado (SISU) que responda a estas e outras perguntas, que têm enlouquecido aqueles que continuam e continuarão sonhando ?

ATENÇÃO MPF. Foi só publicarmos estas perguntas que divulgaram algumas destas informações nas últimas 24hs, o que deveria estar ocorrendo desde o início.

Os candidatos do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, que já concorriam por ofertas insuficientes para as suas realidades, agora estão com suas realidades UNIFICADAS para todo o Brasil, só que o Governo Federal esqueceu de um pequeno detalhe:

O SUDESTE ESTÁ ENTRANDO COM AS POUCAS VAGAS DAS INSTITUIÇÕES QUE ACREDITAM NO ENEM E OS DEMAIS ESTADOS ENTRAM COM OS CANDIDATOS. É JUSTO ?

Sem querer generalizar, novamente o Sudeste paga pela incompetência interna de gestão da educação de alguns somada à importância que outros governos pelo Brasil afora deram à educação historicamente falando. Pesquisem e vejam as vagas que os outros estados oferecem aos candidatos do Sudeste. Depois vão procurar culpados pela favelização dos grandes centros, etc, etc, etc…

Não temos nada contra candidatos de outros estados, apenas percebemos que a ação veio antes do dimensionamento e caminha para um triste final, que vai coroar as quebras de sigilo do começo do processo seletivo.

Neste caso, os candidatos do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas não merecem este desfecho que vai totalmente de encontro ao que seus descendentes fizeram pelo país.

ISSO NÃO É REVOLUÇÃO É FALÊNCIA TEMPERADA COM INCONSTITUCIONALIDADE.

Cota de onde?

Vai estudar!

Se for porque estudou em escola pública a vida toda até aceito (estudei a vida toda em particular, mas aceito que quem estudou em pública deve ter cota).

Se não vai estudar, acha que é melhor do que eu só por culpa da sua raça? Aceito perder uma vaga para um afrodescendente ou indigena por ele ser mais inteligente que eu, mas não por culpa da cor dele.

Afrodescendente que quer cota também pede para ser diferente, ou seja, está jogando fora tudo o que seus antepassados fizeram, toda a luta e tudo só para ganhar uma vaga, e ao mesmo tempo estão admitindo que não tem a mesma capacidade de pessoas de outras raças.

É ISSO QUE VOCÊ QUER? ENTÃO DIGA NÃO AS COTAS.

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